A Polícia Civil resgatou um cachorro que estava abandonado há mais de 15 dias em Aracaju. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6).
O resgate ocorreu após uma denúncia anônima de vizinhos. Eles tentavam alimentar o cão, deixado sem comida pelo tutor que se mudou.
No local, policiais acharam fezes acumuladas e água imprópria. O animal foi contido com segurança e levado à delegacia, onde recebe cuidados e aguarda adoção.
A polícia investiga o caso para identificar o tutor. Ele pode responder pelo crime de maus-tratos, cuja pena é de 2 a 5 anos de reclusão.
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Um cachorro que estava abandonado há mais de 15 dias no quintal de uma casa no Bairro Dom Luciano, na Zona Norte de Aracaju, foi resgatado pela Polícia Civil. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (6).
Segundo a Delegacia Especializada em Proteção ao Meio Ambiente (Depama), o animal foi deixado no imóvel pelo tutor, que se mudou e o abandonou sem água e alimentação.
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A ação ocorreu após a polícia receber uma denúncia anônima. No local, vizinhos confirmaram o abandono e relataram que tentavam alimentar o cão jogando comida por cima do muro.
Ao entrarem na residência, que estava vazia, os policiais encontraram o chão coberto por fezes acumuladas, ausência de ração e apenas um balde com água turva e imprópria para consumo. O animal estava abrigado em uma pequena estrutura de alvenaria.
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Assustado, o cão apresentou comportamento agressivo na aproximação da equipe, mas foi contido de forma segura com o auxílio de uma corda, sem sofrer ferimentos, e transportado até a sede da Depama.
Adoção e investigação
Na delegacia, o cachorro recebeu água, alimento e medicação. Ele passa bem e aguarda adoção por uma nova família.
A Polícia Civil realiza diligências para identificar o antigo tutor. De acordo com a Depama, o responsável pode responder pelo crime de maus-tratos (artigo 32 da Lei nº 9.605/1998), que prevê pena de dois a cinco anos de reclusão, multa e proibição da guarda quando praticado contra cães ou gatos.
Denúncias sobre maus-tratos a animais podem ser feitas de forma anônima à Polícia Civil pelo número 181.




