Temporais com rajadas de vento que chegaram a quase 100 km/h provocaram estragos em cidades de Santa Catarina e do Paraná.
A força do vento retorceu a estrutura de um armazém em Mercedes, no oeste do Paraná. A área onde os caminhões descarregavam os grãos: a estrutura veio abaixo. O desafio agora é reconstruir tudo para receber a safra de soja, que começa a ser colhida em janeiro de 2027. Setecentos produtores entregam a produção na cooperativa.
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Na cidade, um aviário também foi atingido. As 61 mil aves só não morreram porque os pilares de concreto evitaram a queda do telhado.
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Segundo a Defesa Civil do estado, pelo menos 21 cidades do Paraná registraram estragos. O temporal afetou mais de 4 mil pessoas. Uma das mais atingidas foi Marquinho, na região central. Uma câmera registrou a força da tempestade que veio com granizo e, em poucos minutos, provocou alagamento. A chuva destelhou cinco escolas e um posto de saúde.
Em Maringá, no norte do estado, as rajadas chegaram a quase 100 km/h. Árvores foram arrancadas e parte da estrutura do batalhão do Corpo de Bombeiros cedeu.
"Eu moro aqui desde que nasci, há 63 anos, e é a primeira vez que vejo isso”, conta o administrador Pauleto Porcu.
Em cidades de Santa Catarina, muita gente aproveitou o feriado para calcular os prejuízos das tempestades de domingo (1º). A Prefeitura de Fraiburgo, na região meio-oeste, decretou situação de emergência. Parte da cobertura de um supermercado cedeu. A água invadiu o único hospital da cidade e atingiu o centro cirúrgico.
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